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INTRODUÇÃO.. 18

.................. OBJETIVOS DA PESQUISA. 20

1 ............... COCRIANDO CENÁRIOS PARA O BIOTECHNOSWARM.. 21

1.1                  ABALOS NA INTENSIDADE DOS FLUXOS. 26

1.2                  MULTIDÕES À DERIVA DE PROJEÇÕES. 27

1.3                  CULTURA PERMANENTE NAS INTERFACES. 32

1.4                  A CAPACIDADE ADAPTATIVA E A RESILIÊNCIA. 36

1.5                  O ANTROPOCENO UM BEM COMUM.. 40

1.6                  PACHAMAMA E OS DIREITOS DA NATUREZA. 44

1.7                  A INTELIGÊNCIA DO ENXAME. 47

2        .............. MECANISMOS CIBERNÉTICOS NA PARTICIPAÇÂO POLÌTICA. 54

2.1                  OBSERVAÇÕES SOBRE A PARTICIPAÇÃO DA PESSOA COMUM.. 58

2.2                  DILEMAS DAS INSTITUCIONALIDADES PARTICIPATIVAS. 67

2.3                  OS ESPAÇOS ANTROPOLÓGICOS DA INTERAÇÂO EM REDE. 71

2.4                  MUNDOS POSSÍVEIS LONGE DOS GRANDES CENTROS. 74

2.5                  O PARADIGMA NO SERVIÇO PÚBLICO TOTAL. 77

3        .............. AS PLATAFORMAS DE EXECUÇÃO DE NEGÓCIOS DIGITAIS. 83

3.1                  NOVOS PRODUTOS E SERVIÇOS VIRTUAIS. 85

3.2                  AS REALIDADES MECANIZADAS DOS JOGOS SOCIAIS. 87

3.3                  REFERENCIAIS DE BOAS PRÁTICAS DE E-GOVERNO.. 91

3.3.1                Quando as pretensões são mundiais. 91

3.4                  CONSULTAS PÚBLICAS SOBRE POLÍTICAS DE GOVERNO.. 93

3.5                  TI NA REGULAÇÃO DAS ÁGUAS BRASILEIRAS. 94

3.5.1                Potencial de bases de dados online da ANA. 97

3.6                  LABORATÓRIOS AMBIENTAIS DE CIÊNCIA ABERTA. 100

3.7                  EMPRESAS CONECTANDO AS PESSOAS DAS ÁGUAS. 102

3.8                  OS LIMITES AO ACESSO.. 103

4        .............. METODOLOGIA. 105

4.1                  ASPECTOS METODOLÓGICOS. 107

5        .............. RESULTADOS E DISCUSSÕES. 112

5.1                  AS ORGANIZAÇÔES ASSOCIATIVAS CIBERNÉTICAS. 112

5.2                  OS ESCRITÓRIOS DA RESILIÊNCIA HÍDRICA. 114

5.2.1                Estratégia de inovação em sustentabilidade hídrica. 116

5.2.2                Esquema para avaliação hídrica de impacto em biodiversidade. 119

5.2.3                Temas de monitoramento e adesão. 122

5.3                  EXPERIÊNCIAS SENSÍVEIS DE ENTRELAÇAMENTO.. 124

5.3.1                Reconhecimento territorial de Porto Feliz, SP. 126

5.3.2                A Comunidade de Aprendizagem das Águas. 133

5.4                  A PLATAFORMA DIGITAL DAS ÁGUAS. 138

5.4.1                Possibilidades de uso e divulgação dos comuns. 144

5.4.2                Informaçôes sobre o uso da plataforma ÁguasML. 150

5.4.3                Cultura de conversação no chat ÁguasML. 158

5.4.4                ÁguasBot – conversando com as águas. 160

5.4.5                Ambiente digital de interação e aprendizagem.. 162

5.4.6                Outros componentes da plataforma ÁguasML. 165

6        .............. CONSIDERAÇÕES FINAIS. 173

.................. REFERÊNCIAS. 177

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WILSON, E. O. The insect societies. Cambridge: Belknap Press of Harvard University Press, 1971

Lista de Figuras

Figura 1 - Formulário de requisição de projeções da Plataforma Projeta - INPE.. 29

Figura 2 - Resolução das imagens disponíveis da plataforma Projeta/INPE.. 30

Figura 3 - Composição do Índice de Vulnerabilidade Humana - IVH.. 31

Figura 4 – Planejamento por zonas inspirado na Permacultura. 35

Figura 5 - Resumo das etapas do ciclo adaptativo resiliente. 39

Figura 6 - Passos para Avaliação da Capacidade Adaptativa de sistemas resiliente. 40

Figura 7 - Mapas de precipitação de 1901 a 2010 e de 1951 a 2010 (mm ano¹ por década) 41

Figura 8 – Representação esquemática do ciclo hidrológico. 46

Figura 9 - Representação esquemática dos maiores processos hidroquímicos que ocorrem nas áreas de recarga do aquífero. 46

Figura 10 – Estrutura útil emergente em relação social livre e organizada. 48

Figura 11 - Elementos básicos das etapas preparatórias do BioTechnoSwarm.. 53

Figura 12 - Rascunho do Projeto Cybersyn e estratégia de amostras. 57

Figura 13 - A Escada da Participação Cidadã de Sherry Arnstein.. 63

Figura 14 – Variações nas configurações de rede conforme conexões e fluxos. 75

Figura 15 – Fotografias dos distintos usos dos ambientes de experimentações. 88

Figura 16 - Imagem estática de jogos e simulador financeiro para realidade virtual 89

Figura 17 - Ilustração da estrutura metodológica do trabalho. 111

Figura 18 - Ciclo contínuo do propósito dos Escritórios da Resiliência Hídrica. 116

Figura 19 - Estratégias de Inovação dos Escritórios da Resiliência Hídrica. 118

Figura 20 - Esquema de avaliação hídrica de impacto em biodiversidade. 120

Figura 21 – Mapas de suporte para diálogos sobre avaliação de zonas de impacto hídrico e biodiversidade. 121

Figura 22 - Temário das Forças Motrizes e Eventos Hídricos Extremos. 123

Figura 23 - Localização da cidade de Porto Feliz, São Paulo, BR.. 127

Figura 24 - Pontos de Monitoramento, Representação Espacial e Produtividade dos Aquíferos da UGRHI 10. 128

Figura 25 - Série histórica do uso e ocupação do solo em Porto Feliz. 131

Figura 26 - Hietograma pluviométrico de Porto Feliz, média mensal de 1970 a 2018. 132

Figura 27 - Fotografia ao final do dia de ativação da CAPIN das Águas. 135

Figura 28- As tecnologias são variadas em lugares de instabilidade da rede elétrica. 136

Figura 29 - Ilustração de abordagens tecnológicas cocriadas da plataforma ÁguasML. 138

Figura 30 - Alternativas para identidade visual que já foram utilizadas. 140

Figura 31 – Tela de opções para publicação de idéias na plataforma AguasML. 141

Figura 32 - Imagem das telas desktop e mobile da plataforma ÁguasML. 142

Figura 33  - Tela de publicação de texto na plataforma ÁguasML. 143

Figura 34 - As Veias do Brasil: Arco-Íris das Bacias Hidrográficas da ANA.. 146

Figura 35 - Clones dos mapas em campanhas de financiamento de restauração de crimes ambientais. 147

Figura 36 - Regiões Hidrográficas Brasileiras e mapa com imagens noturnas da NASA   148

Figura 37 - Bacias Hidrográficas do Estado de São Paulo e imagens noturnas da NASA   149

Figura 38 -Gráfico de acesso ao website de set/2016 a jan/2019. 152

Figura 39 - Mapa de visitantes por país na Plataforma ÁguasML. 153

Figura 40 - Mapa de visitantes por Estado do Brasil na plataforma ÁguaML. 155

Figura 41 - Tela do serviço de conversação da plataforma ÁguasML. 159

Figura 42 - Componentes da plataforma de execução ÁguasML. 162

Figura 43 - Exemplo de apresentação dos cursos livres da plataforma ÁguasML. 163

Figura 44 - Página modelo para curso livre na plataforma ÁguasML. 164

Figura 45 - Ilustração do fluxo de componentes na plataforma águasML. 165

Figura 46 - Painel de usuário da Intranet na Porto Rural 167

Figura 47 - Tela de um sistema de gestão de projetos para Intranets. 168

Figura 48 - Ilustração de dispositivos aptos para coleta de dados online ou offline. 169

Figura 49 - Exemplo de formulário para sistematização semanal de atividades. 170

Figura 50 - Exemplo de informações do canal de notícias ÁguasBot Brasil 172

Lista de Quadros

Quadro 1 – Lista de itens para diálogos do mapeamento de bens comuns............... 43

Quadro 2 – Componentes eussociais emergentes em situações de nível de grupo 51

Quadro 3 - Seleção de elementos da Inteligência do Enxame..................................... 52

Quadro 4 – Presença virtual de mecanismos de participação política na PNPS....... 66

Quadro 5 - Potencializadores da participação em institucionalidades associativas.. 68

Quadro 6 - Limitadores da participação em institucionalidades associativas............. 68

Quadro 7 – Entendimento sobre os espaços antropológicos dos saberes................. 71

Quadro 8 – Arquétipos de classificação da TI - organização e área de decisão....... 83

Quadro 9 - Componentes da Plataforma de Execução de negócios digitais.............. 84

Quadro 10 – Comparativo entre a produção tradicional e compartilhada dos DPS.. 87

Quadro 11 - Lista de bases de dados disponíveis na Agência Nacional de Águas.. 98

Quadro 12 - Pontos de relevância hídrica de Porto Feliz, SP..................................... 130

Quadro 13 - Legislação de interesse às atividades rurais em Porto Feliz................ 133

Quadro 14 - Formas de envio de conteúdo no site central da plataforma ÁguasML 144

Quadro 15 - Lista dos 51 primeiros artigos publicados na plataforma ÁguasML.... 156

Quadro 16 - Lista de domínios e função na Plataforma ÁguasML............................. 172

Lista de Tabelas

Tabela 1 - Índice de Desenvolvimento de E-Governo ONU 2018 - Top 10 Países. 81

Tabela 2 - Índice de E-Participação da ONU 2018 - Top 11 Países. 81

Tabela 3 - Visitantes únicos por IP, por mês. de set/2016 a jan/2019. 151

Tabela 4 - Ranking de visitantes por país na plataforma ÁguasML. 153

Tabela 5 - Ranking de visitas médias por Estado do Brasil 154

Tabela 6 - Categoria dos dispositivos de acesso à plataforma ÁguasML. 155

Tabela 7 - Principais navegadores utilizados no acesso à plataforma ÁguasML. 156

Tabela 8 - Dados de uso do CHAT ÁguasML. 160

Tabela 9 - Lista das 10 maiores fontes de informação do agregador ÁguasML. 166

Lista de Siglas

ÁGUASML

Águas Bem Comum em Mídia Livre

ANA

Agência Nacional de Águas

CAPIN das Águas

Comunidade de Aprendizagem Integrativa das Águas

CBH-PCJ

Comitê de Bacia Hidrográfica dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí

CETESB

Companhia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo

CPRM

Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais

CPTEC

Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos

CYORGS

Cybernetics Organizations

DAEE

Departamento de Águas e Energia Elétrica

ECO-92

Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento

HN

Harmony with Nature

IBGE

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

INPE

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais

IPCC

Intergovernmental Panel on Climate Change

ODS

Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

ONU

Organização das Nações Unidas

PERH

Política Estadual de Recursos Hídricos

PNRH

Política Nacional de Recursos Hídricos

PNUD

Programa das Nações Unidas ao Desenvolvimento

PORTO RURAL

Permacultural Office of Resilience Through the Open-Earth

PROJETA

Projeções de mudanças do clima para a América do Sul regionalizadas pelo Modelo Eta

RCP

Representative Concentration Pathway

SABESP

Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo

SIAGAS

Sistema de Informações de Águas Subterrâneas

SI

Swarm Intelligence

SO HYBAM

Environmental Research Observatory "Geodynamical, hydrological and biogeochemical control of erosion/alteration and material transport in the Amazon, Orinoco and Congo basins

UGRHI

Unidade Hidrográfica de Gerenciamento de Recursos Hídricos

UNESP

Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”